Conscientização

No domingo, dia 05/06, foi o Dia Mundial do Meio Ambiente, e como uma forma de conscientização para que não se jogue lixo fora da janela de automóveis em geral, a Autopista Litoral Sul (empresa responsável pela cobrança do pedágio e manutenção da BR-101) distribuiu sacolas oxi-biodegradáveis para todos os automóveis que passavam pelo pedágio.
Isto é um exemplo de que ainda há pessoas preocupadas com o meio ambiente. Esperamos que todas as pessoas que receberam esta sacola façam bom uso dela, jogando o lixo produzido dentro do carro na sacola descartável.


Imagem: 
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinO-uwAzF5NIUGzJp7OnkbRr9swSGZgSpgI4vyR_ZzeOj1e9l95AexAHD0t3lGv2wKr-VhZFRALqD67md3a7dG_rpFlxgjUvMaTzeDyeZ743Y6lZQjwZ1BLvBI9BfrxdC2chNDs7beRiE/s1600/dia+do+meio+ambiente.jpg

Programa ÓLEO E ÁGUA não se misturam

Os bairros que não possuem Ecoponto, receberão em breve!


Obs: Para visualizar melhor a imagem com os ecopontos, clique em cima da imagem, que ira abrir outra pagina com a imagem ampliada.


Fonte: Panfleto distribuido pela FUNDEMA (Fundação Municipal do Meio Ambiente) na semana do meio ambiente.

A relação entre a Poluição Hídrica, a Grande Barreira de Corais e a Sociedade

Á costa nordeste da Austrália, localiza-se a Grande Barreira de Corais: o maior recife de coral que existe no planeta. Com mais de 2000 quilômetros de extensão, ela é a maior estrutura sobre a face da Terra, a ponto de que somente do espaço pode-se visualizá-la na íntegra.
Imagem de Satélite, mostrando parcialmente a
Grande Barreira de Corais Australiana

Porém, engana-se completamente quem pensa que a Grande Barreira de Corais não passa de um aspecto geográfico. Na realidade, a sua importância e influência excede a geografia e chega a influenciar até mesmo a economia e a sociedade Australiana. A Grande Barreira de Corais é um dos principais movimentadores turísticos da Austrália, o que contribui para o crescimento da economia do país. Mas não para por aí: A grande quantidade de turistas que vêm á Austrália para mergulharem ao encontro do maior Recife de Corais do planeta acabam sendo influenciados e, paralelamente, acabam também exercendo determinadas influências; isso pode ser melhor explicado pela sociologia, com o que chama-se de interação social, que define-se como uma modificação de comportamento decorrente do contato e comunicação entre dois ou mais indivíduos. No momento em que um turista comprar um lanche, estará ocorrendo uma Interação Social, sob a forma de Relação Social, que define-se pela sociologia como uma relação econômica. Prova-se daí a influência exercida pela Grande Barreira de Coral, que vai além da Geografia, chegando até mesmo na economia e na sociedade.
Mas, paralelamente a tudo isso, é impressionante a falta de consciência ambiental do ser humano: Nos últimos anos, tem crescido o número de plantações na costa nordeste australiana, e juntamente à isso, estão ocorrendo emissões de fertilizante excedente no mar. Isso tem trazido poluição aos oceanos e assim, surgem consequências devastadoras e, talvez, irreversíveis também. Uma delas está relacionada à Grande Barreira de Corais: com as emissões de fertilizantes nos oceanos, a reprodução de uma Estrela do Mar Espinhosa tem aumentado de forma assombrosa e incontrolável, e com isso, a Grande Barreira de Corais corre sério perigo, pois, esta Estrela do Mar Espinhosa nutre-se dos Corais, e acaba por matar os mesmos. E contra isso, a Grande Barreira de Corais não tem como se defender. Supondo-se que ela viesse a definhar, seria incalculável os danos que isso traria à Austrália.
Com isso, podemos perceber que a falta de consciência ambiental pode trazer danos gigantescos aos meios naturais. No caso da Grade Barreira de Corais, a falta de consciência ambiental promoveu a poluição hídrica, e a partir desta, podem surgir diversas consequências, não apenas geográficas. Assim, notamos que com a natureza, e principalmente a com água, não pode-se brincar, o que temos a fazer é preservar o que temos de tão precioso.
Preserve a Água, preserve a Vida.

Comunidade pode participar da Semana do Meio Ambiente

Confira a programação:

* Dia 04/06
20º Mutirão Nacional Escoteiro de Ação Ecológica (Muteco)
Serão realizados serviços de limpeza, pintura dos canteiros e orientação a população sobre a separação correta de lixo. Das 9 horas às 14 horas
Praça Monte Castelo

* Dia 04/06
Doação de sacolas ecológicas
Durante a Mostra CCQ, da Embraco
Das 14 às 18 horas

* Dia 05/06
Atividades ambientais. Haverá doação de mudas de árvores, observação dos animais, oficinas de origami, informações sobre arborização urbana e contação de histórias.
No Parque Zoobotânico
Das 9 horas 12 horas

* Até o dia 05/06
Programa Adote Uma Árvore
Exposição dos 417 trabalhos do concurso de desenho e redação
Apresentações culturais
Local: No Shopping Mueller - Das 10 horas às 22 horas

* Dia 06/06
Palestra sobre Consumo Consciente
Aos funcionários da empresa Marcegaglia
Às 13h, às 14h, às 21h30 e às 22h30

* Dia 08/06
Adote Uma Árvore
Na Escola Jose Navarro Lins
Dia todo

* Dia 08/06
Palestra Consumo Consciente
Na Secretaria Regional do Nova Brasília
Às 19h30

* Dia 08/06
Adote Uma Árvore e Maquete da Casa Consciente
Na Sociesc
Dia todo

* Dia 09/06
Palestra sobre meio Ambiente na Udesc
Das 13h30 às 15 horas

* Dia 10/06
Capacitação para o mutirão de limpeza do Morro do Meio
Secretaria Regional do Nova Brasília
Às 14 horas

* Dia 12/06
Adote Uma Árvore
Na Igreja da Paz
Às 9h e às 19 horas

* Dias 13 a 17/06
Palestras e Adote Uma Árvore
Aos funcionários da empresa Schulz
Das 8h às 18 horas

* Dia 15/06
Adote Uma Árvore
Na Companhia Águas de Joinville
Durante a manhã

* Dia 17/06
Adote Uma Árvore
Praça de Pirabeiraba
Dia todo

* Dia 18/06
Adote Uma Árvore
Bazar no Grupo Mãos de Fada
Na Unidade de Saúde da Família Roraima, no Comasa
Das 8h às 17 horas

Fonte: http://www.joinville.sc.gov.br/index.php

Sugestão de Leitura – A morte Azul

Ao escrever este livro, Robert Morris, um bom contador de histórias, fez um relato agradável e bem documentado dos males que a contaminação da água pode causar. Leitura fascinante para quem quer compreender melhor o problema e sua importância

Sinopse do Livro
Os escritores que popularizam temas científicos áridos e espinhosos o fazem, geralmente, porque contam histórias. Foi o que Robert Morris fez, com brilho. A leitura de A Morte Azul é fascinante, pelo relato agradável e bem documentado dos males que a contaminação pela água pode causar. Ele começa em 1827, com a partida de um garoto pobre de 14 anos, de uma então pequena cidade da Inglaterra, York. Seu rigor científico e sua compaixão fariam dele um dos pais da epidemiologia - e também da anesteseologia.

Este garoto era John Snow e seu destino era Newcastle. Seu tio, ousado aventureiro que percorreu selvas para encontrar minas de ouro e prata abandonadas no que hoje é Colômbia, percebeu seu brilho e resolveu apadrinhá-lo. Era um sujeito de posses. Snow não se deu este direito. Investiu tudo sem seu incansável trabalho, avançou teses impensáveis na época e morreu ainda sem tê-las completamente comprovadas. Seu legado, no entanto, foi inestimável.

Enquanto o jovem Snow era iniciado nos mistérios da cirurgia do século XIX por seu mentor, uma peste se alastrava pela índia e, em sua sanha mortal, chegava à Moscou e faria de Londres, poucos anos depois, em 1831, uma cidade sitiada. Era a cólera. Os manuais de medicina diziam, à época, que a cólera era causada "pela acridez pútrida da bile" - ou miasma - um dos quatro humores do corpo (sangue, fleuma, bile amarela e bile negra). Seu uso genérico para um sem número do doenças que provocavam vômitos e diarréia resultou em uma confusão que apenas ceifaria mais vidas. O fato é que, naquele momento, ninguém tinha a mais pálida idéia de qual era o real causador da doença.

Snow passaria a vida lutando contra a "morte azul". As condições sanitárias, no mundo desenvolvido e no em desenvolvimento, eram igualmente muito precárias. Não havia água encanada, lixo e fezes humanas e animais se acumulavam pelas ruas, e escapar da morte cedo por uma série de afecções era quase um lance de sorte. Foi mergulhado neste mundo que Snow, antes de seguir sua intuição sobre a cólera, acabou estudando o efeito do éter como sedativo e criou uma maneira de controlá-lo como anestésico, o que o levou aos aposentos da rainha Vitória para começar a atender seus partos, sempre cercados de enorme sofrimento.

A cólera voltaria a atacar Londres em 1848, com grande severidade. Enquanto isso, Snow matutava. Se um veneno transportado pelo ar espalhava a cólera, esta toxina deveria se comportar de forma semelhante às dos agentes anestésicos tóxicos que ele vinha testando. Mas isto não acontecia: a doença atacava algumas vítimas entre famílias nos mesmos edifícios, e todas respiravam o mesmo ar.

Snow enfrentaria muitos anos de descrédito e acusações de um establishment médico que não gostava de ser contrariado, além de um poderoso lobby das companhias de água que faziam pressão no Parlamento - de forma muito similar às perseguições que hoje são feitas a cientistas do clima, pelos menos interesses econômicos, e foram feitas, antes deles, a cientistas que ligavam o câncer ao fumo.

Depois da intuição, ele sabia que o agente provocador residia na água - não tinha, porém, como provar cabalmente sua hipótese, afirmada apenas por extensas pesquisas de campo, o que seria possível, apenas mais tarde, em 1865, na França, com a criação da microbiologia pelo francês Pasteur e, na Alemanha, por Koch, dois inimigos de um duradouro estranhamento gerado pela guerra franco-prussiana.

Snow morreu em 1858, vítima de um derrame. As histórias de Pasteur e Koch e de suas perambulações pelo mundo atrás da cólera não são menos interessantes, mas a de Snow, por sua coragem e ineditismo, são uma leitura enriquecedora, para o intelecto e para o espírito. Morris ainda narra a trajetória de epidemias causadas pela água já no final do século XX, em países ricos como Estados Unidos e Canadá, e no horror de Darfur. Ao final ele alerta: a água que bebemos não está completamente livre de agentes patogênicos, simplesmente porque seu tratamento, em grande escala, ainda não descobriu os modos de eliminá-los, todos.

Fontes:

Os desequilíbrios e o Estresse Hídrico

O primeiro problema é o desequilíbrio na distribuição - um desequilíbrio que começa pela geografia física e segue pela economia. Alguns países têm muito mais água do que sua população necessita. É o caso do Canadá, da Islândia e do Brasil. Outros são situados em regiões extremamente secas, como o norte da África, o Oriente Médio e o norte da China.

Como resultado dessa má distribuição, um canadense pode gastar até 600 litros de água por dia, enquanto um africano dispõe de menos de 30 litros para beber, cozinhar, fazer a higiene, limpar a casa, irrigar a plantação e sustentar os rebanhos.

As populações que habitam as áreas mais áridas da Terra vivem o que se chama "estresse hídrico", uma reunião de fatores ambientais, como falta de chuvas, e socioeconômicos, como crescimento demográfico alto, que resulta em gente demais para água de menos.


Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_261013.shtml

Os paradoxos Hídricos

A natureza pode ser irônica quando responde às agressões causadas pelo homem. Exemplo disso é a relação da humanidade com a água, o líquido mais abundante da Terra. Tratamos tão mal nosso planeta que acabamos nos colocando numa realidade catastrófica, de dupla face: ao mesmo tempo que corremos o risco de afogar nossas cidades sob a água salgada do mar, padecemos da falta de água doce.

De um lado, está o aquecimento global, com o conseqüente derretimento das geleiras e a elevação do nível dos mares, que ameaça desalojar bilhões de habitantes das zonas litorâneas. De outro, há o esgotamento das reservas de água potável do planeta. Em outras palavras, estamos chegando à mesma situação extrema de um náufrago, que se vê com água por todos os lados, mas sem nenhuma gota para beber.

Relatórios da Organização das Nações Unidas (ONU) repetem o diagnóstico cada vez mais alarmante: mais de 1 bilhão de pessoas - o equivalente a 18% da população mundial - não têm acesso a uma quantidade mínima aceitável de água potável, ou seja, água segura para uso humano. Se nada mudar no padrão de consumo, dois terços da população do planeta em 2025 - 5,5 bilhões de pessoas - poderão não ter acesso à água limpa. E, em 2050, apenas um quarto da humanidade vai dispor de água para satisfazer suas necessidades básicas.

A escassez de água não ameaça apenas com a sede. Traz a morte na forma de doenças. Segundo a ONU, 1,7 bilhão de pessoas não têm acesso a sistemas de saneamento básico e 2,2 milhões morrem a cada ano em todo o mundo por consumir água contaminada e contrair doenças como diarréia e malária.

A água potável é um bem raro por natureza. Quase 97,5% da água que cobre a superfície da Terra é salgada. Dos restantes 2,5%, dois terços estão em estado sólido, nas geleiras e calotas polares - de difícil aproveitamento. A maior parte da água em estado líquido encontra-se no subterrâneo. Lagos, rios e lençóis freáticos menos profundos são apenas 0,26% de toda a água potável.

É dessa pequena fração que toda a humanidade (e boa parte da flora e fauna) depende para sobreviver. É claro que, a princípio, fontes não deveriam esgotar-se, com o ciclo da água garantindo a permanente renovação do volume de rios, lagos e lençóis freáticos por meio das chuvas, originadas pela evaporação dos mares. A água está em eterna reciclagem, há bilhões de anos. A questão é o descompasso entre o tempo necessário para essa renovação e o ritmo em que exploramos os recursos hídricos.


Fontes:

Texto:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_261013.shtml


Imagens: http://www.tribunadomaranhao.com.br/noticia/matoes-alem-de-faltar-nas-torneiras-a-agua-consumida-pode-estar-contaminada-2388.html


http://www.tribunadomaranhao.com.br/noticia/matoes-alem-de-faltar-nas-torneiras-a-agua-consumida-pode-estar-contaminada-2388.html

Água, Fonte de Vida!

Um vídeo inicialmente elaborado para a Feira de Ciências do colégio GEO Sto. Antônio Solânea - PB, mas que serve de mensagem para a conscientização de todos nós sobre o uso da água e a escassez que vem ocorrendo no nosso planeta devido ao mau uso desse recurso natural tão importante para a sobrevivência humana.

Com a trilha sonora de "Terra, Planeta Água" na voz da ex-dupla musical pop brasileira Sandy & Junior.

Cliquem, vejam, conscientizem, repassem e o mais importante: Façam acontecer!

Vídeo criado por:

Carlos Eduardo Paiva de Freitas
Guarabira - PB.

Casca de banana pode despoluir a água






Só na Grande São Paulo, quase quatro toneladas de cascas de banana são desperdiçadas, semanalmente, nos restaurantes. Foi esse dado, divulgado em uma reportagem sobre desperdício de alimentos, que estimulou a doutoranda em química Milena Boniolo a pesquisar uma utilidade para as cascas de banana. E ela encontrou: despoluir a água contaminada por metais pesados.
O processo é simples e funciona graças a um dos princípios básicos da química: o dos opostos que se atraem. Na casca da banana, existe uma grande quantidade de moléculas carregadas negativamente, enquanto os metais pesados são positivamente carregados. Logo, quando colocada na água, a casca da banana atrai para si os metais.
Para que dê conta do recado, no entanto, ela precisa ter suas propriedades potencializadas. Milena Boniolo também descobriu uma “fórmula” bem simples para isso: em uma assadeira, as cascas devem ficar expostas ao sol por cerca de uma semana. Em seguida, elas são trituradas e peneiradas. No fim, é essa “farofa de casca de banana” que será jogada na água para despoluir o recurso.
Segundo a pesquisadora, 5 mg do pó de banana são suficientes para despoluir 100 ml de água. Mas, para alcançar altos níveis de limpeza, é preciso repetir o processo mais de uma vez. Isso porque, em testes de laboratório, a casca de banana conseguiu “chupar”, de primeira, cerca de 65% dos metais pesados que estavam na água.

Fonte: Superinteressante - Foto: Fabio Castelo
Retirado do blog: http://conexaoambiental.zip.net/

Você sabia?

Para se produzir:
     - um quilo de arroz, gastam-se 3 mil litros de água;
     - um quilo de carne de boi, 15.500 litros de água;
     - um litro de leite, 1000 litros de água e
     - uma xícara de café, 140 litros de água!


Fonte: Planeta Sustentável
Retirado do Blog: http://conexaoambiental.zip.net/

Uma imagem pode valer mais do que mil palavras...


Diante desta imagem, desfaz-se a necessidade de muitas palavras: Vamos preservar aquilo que temos de mais importante: a Água. 
      Temos a oportunidade e o privilégio de podermos fazer isso enquanto muitas pessoas já não dispõem mais desta opção. 
      Não precisamos chegar ao estado retratado na foto para nos conscientizarmos e tomarmos a decisão de preservar a água. 
      Preserve a Água, preserve a Vida.


Planeta Água

Guilherme Arantes

Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias e matam a sede da população
Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas no leito dos lagos, no leito dos lagos

Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d'água é misteriosa canção
Água que o sol evapora, pro céu vai embora, virar nuvem de algodão
Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação
Gotas de água da chuva, tão tristes, são lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra

Terra, planeta água...

Água fonte da vida


Água, um bem tão precioso, um bem que em alguns locais ainda temos em abundância, um bem que obtemos em um simples “abrir a torneira”, mas será sempre assim?




Os meios de comunicação e os meios internacionais mostram que a água potável pode se tornar tão escassa a ponto de causar guerras Como uma 3ª guerra mundial, capaz de levar países a loucura usando sua tecnologia onde só os ricos poderão beber em abundância. Textos publicados na internet mostram que o Brasil será uma espécie de OPEP da água.


Embora o Brasil seja o primeiro pais em disponibilidade no mundo, a poluição e o uso inadequado comprometem esses recursos em varias regiões do país. Exemplo: O desperdício de água ofertada pelos sistemas públicos é de 45 %.


O Brasil concentra em torno de 12% de água doce do planeta disponíveis em rios como, o Amazonas. Além disso, 90% da região brasileira recebem chuva em abundância o ano todo.


OPEP:Sigla que significa Organização dos Países Exportadores de Petróleo , criada em 1960, tem como objetivo administrar de forma centralizada a política petroleira de seus membros. Os países da OPEP respondem por dois terços das reservas conhecidas de petróleo. Sua sede é em Viena ,na Áustria.


Informações retiradas dos sites:
http://folha.arcauniversal.com.br/integra.jsp?codcanal=988&cod=109558&edicao=763
http://www.dicionarioinformal.com.br/definicao.php?palavra=opep&id=1267
http://www.socioambiental.org/esp/agua/pgn/


Bem Precioso

A Água é o bem mais precioso que Deus nos deu. Sem ela não há vida e devemos preservá-la, não só a água doce, a que bebemos, mas também a imensidão azul: os nossos grandes oceanos.Tanto que, Iuri Gagarin, o primeiro homem a viajar pelo espaço, ao olhar para a Terra, sua primeira frase foi:"A Terra é azul".Como a água que consumimos , doce e potável, ficará escassa sem nossa preservação, alguns países já tomaram medidas preventivas e alternativas transformando a água salgada em água própria para consumo. O Brasil, atualmente, concentra aproximadamente 12% da água doce do mundo, mas, caros leitores, ja foram 14%. Pode até parecer pouca mudança, mas agora, com todas estas catátrofes e o aquecimento global, é muito pouco. Afinal, não vivemos sem ela. Já imaginou uma guerra por causa de água ?Então, enfatizamos: vamos preservar nosso bem mas valioso.

Luta á favor da Vida

    Que a água é um elemento essencial para a sobrevivência e que ela deve ser preservada, todos nós já sabemos muito bem. Porém, eu quero convidá-lo a novamente refletir acerca desta questão que, em nossos dias é tão debatida, porém nunca resolvida. Mas peço que você reflita de forma interiorizada, pensando a respeito daquilo que você pode fazer para ajudar a resolver essa questão, pois, se vários indivíduos começarem a pensar desta forma, automaticamente as suas atitudes irão exteriorizando-se e coletivizando-se, o que possibilitará que ocorra uma grande ação preventiva e reparadora.
     A água é um dos bens mais preciosos encontrados em todo o nosso planeta. Ela é essencial à existência de todas as formas de vida que conhecemos. É a essência de toda a natureza, e pode-se provar isso através do organismo humano, o qual é 80% composto por água; assim sendo, podemos notar que a água é um dos elementos extremamente essenciais à vida. Para se ter uma ideia da importância da água, também pode-se usar o organismo humano como exemplo: conseguimos resistir muitos dias sem comer, porém, sem água não podemos passar mais de três dias, e se isso suceder, inicia-se um processo de falência dos órgãos, o que resulta em óbito.
     Mas, paralelamente a toda importância que a água possui, nota-se igualmente um desperdício escalafobético e vergonhoso deste elemento essencial à vida. Porém, o risco à vida é muito maior: embora o nosso planeta tenha aproximadamente 70% de sua superfície coberta por água, somente menos de 3% dessa água é doce, ou seja, própria para beber; e para agravar mais ainda a situação, as estatísticas mostram que desta pequena quantidade de água potável, mais de dois terços encontram-se em locais de difícil acesso, como nas calotas polares ou sobre os picos de montanhas sob a forma de neve. Diante disso, nota-se que urge a necessidade de preservar a água, para que a vida possa prevalecer em nosso planeta, e se isso não ocorrer, muito provavelmente o nosso planeta não irá resistir e definhará.
     Porém, em contrapartida a essa necessidade de preservação e luta à favor da vida, temos toda a massa populacional, que, na sua grande maioria, conhece estas estatísticas, sabe na necessidade e urgência da preservação da água, porém não o faz, talvez por falta de vontade ou até mesmo descrença acerca desta questão.
     Mas a realidade é dura e nos confronta mais ainda: boa parcela da culpa de tudo isso também recai sobre o governo (e quando me refiro à 'governo' bem como à 'massa populacional', refiro-me não apenas ao Brasil, mas ao planeta como um todo). Pode-se contar nos dedos quais são os governos que investem efetivamente na preservação da natureza, e, consequentemente da água, já que ela é a essência da vida. Na verdade, a maior parte dos poucos investimentos governamentais nesta área ainda são inúteis e acabam apenas por desperdiçar as verbas públicas. Temos exemplos disso até mesmo aqui em Joinville: O projeto de despoluição do rio Cachoeira teve um custo muito elevado e somente depois de aplicado notou-se que não cumpriria seus objetivos e então foi desativado.
     É por causa destes atos de incompetência e irresponsabilidade governamental que surgem as chamadas ONGs (Organizações Não Governamentais).Um bom exemplo de ONG é Greenpeace, que tenta conscientizar a massa populacional e unir forças em prol da luta para salvar os recursos naturais do planeta, e entre eles, a água; em outras palavras faz um papel que deveria ser desempenhado pelo Governo.
     Enfim, a verdade é que quando começarmos a ser afetados pela escassez de água, somente aí a população e o governo notarão a urgência da preservação, porém, provavelmente já será tarde demais. Por isso, precisamos começar imediatamente a preservar e cuidar dos nossos recursos naturais, e, principalmente da água. Urge a necessidade de que sejam tomadas atitudes, e essas atitudes devem ser iniciadas por alguém, e por isso eu convido você, que está lendo isto, a unir-se a nós, da Equipe OlaVida a entrar nessa luta à favor da vida, porque juntos, podemos muito mais. E como diz o velho ditado: Nunca deixe para amanhã o que se pode fazer hoje.
     Una-se a nós!